Decisão clara contra a corrupção.
No Democratas somos totalmente intolerantes com os crimes contra o erário e o cidadão.
Já expulsamos aqueles que ousaram nos humilhar.
Nosso Estatuto e a Executiva Nacional estão aí para garantir nossos princípios e ações.
Feijó - Democratas Empreendedor do RS
NOTA OFICIAL DA EXECUTIVA NACIONAL DO DEMOCRATAS
Sobre a notícia veiculada pela imprensa da possível filiação do ex-governador Joaquim Roriz ao Democratas do Distrito Federal, para disputar cargo majoritário pelo partido, a Executiva Nacional, como de praxe, se reuniu e, por ausência de consenso, manifestou-se desfavoravelmente ao assunto.
27 setembro 2013
26 setembro 2013
A matemática inexata da imprensa Canoense
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De fato, o Jornalismo é uma Arte.
Eufemismos por parte da imprensa de ocasião favorecem Jairo Jorge
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Os eufemismos sistemáticos deste periódico que atenuam as notícias contra o governo de Jairo Jorge, não servirão de nada quando o Ministério Público Federal e a Justiça apurarem os crimes cometidos contra o erário público de Canoas.
André Machado, Foice e Martelo
Que tal? Voa ou não voa Canoas?
O que talvez os Canoenses não saibam é que a Câmara com seus vereadores alugados do B.O.M., no dia 12/09, aprovou projeto de lei (PL 32/2013) que autoriza Jairo Jorge a contratar financiamento de 100 milhões de dólares, cerca de R$ 240 milhões, junto ao Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF). Os recursos serão aplicados na execução do Programa Integrado de Investimentos para Qualificação e Ampliação da Infraestrutura Urbana de Canoas, ou seja, vai para o caixa e some do caixa.
Jairo usará o dinheiro agora para fins eleitorais e deixará a dívida para seu sucessor pagar em 12 anos com juros em torno de 2% ao ano. Deverão ser pagos 5,64 milhões de dólares por ano.
Jairo usará o dinheiro agora para fins eleitorais e deixará a dívida para seu sucessor pagar em 12 anos com juros em torno de 2% ao ano. Deverão ser pagos 5,64 milhões de dólares por ano.
Depois, ficarão apenas com o discurso do: "Gestão anterior"
Um aviso aos Municipários de Canoas:
O CANOASPREV passará por severa dificuldade financeira no próximo período fiscal.
Não deixem de cobrar e exigir providências imediatas de Jairo Jorge, pois em Abril de 2014 ele já não estará nem mais ligando para o Executivo.
Mexam-se!
O CANOASPREV passará por severa dificuldade financeira no próximo período fiscal.
Não deixem de cobrar e exigir providências imediatas de Jairo Jorge, pois em Abril de 2014 ele já não estará nem mais ligando para o Executivo.
Mexam-se!
23 setembro 2013
MPF fecha o cerco contra o Teleagendamento de Jairo Jorge
Hoje 23/09 quem puder, compareça a Audiência Pública sobre o Teleagendamento no Ministério Público Federal de Canoas às 14:30h.
E ainda há muito mais por debaixo deste tapete vermelho do PT.MPF (R. Quinze de Janeiro, 521 - Centro Canoas ).
E ainda há muito mais por debaixo deste tapete vermelho do PT.MPF (R. Quinze de Janeiro, 521 - Centro Canoas ).
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| RECURSO ELEITORAL Nº 141-62.2011.6.06.0000 ORIGEM: FORTALEZA-CE (3ª ZONA ELEITORAL - FORTALEZA) RELATOR: RAIMUNDO NONATO SILVA SANTOS RECORRENTE: PROMOTOR ELEITORAL RECORRIDO: GSH - GESTÃO E TECNOLOGIA EM SAÚDE LTDA RECORRIDO: FRANCISCA PAULA VIANA MENDES RESUMO: REPRESENTAÇÃO - DOAÇÃO DE RECURSOS ACIMA DO LIMITE LEGAL - PESSOA FISICA - PESSOA JURIDICA - PEDIDO DE APLICAÇÃO DE MULTA - PEDIDO DE DECLARAÇÃO DE INELEGIBILIDADE Decisão: A Corte, por unanimidade e em consonância com o parecer ministerial, conhece e dá provimento ao presente recurso para julgar procedente a representação, condenando a empresa GSH - Gestão e Tecnologia em Saúde Ltda., ao pagamento de multa, em seu grau mínimo, no valor de cindo vezes o excesso da doação, correspondente a R$ 82.405,00 (oitenta e dois mil, quatrocentos e cinco reais), determinando, ainda, a sua proibição de participar de licitações públicas e de celebrar contratos com o Poder Público pelo período de cinco anos, consoante o § 3ºdo art. 81 da Lei nº 9.504/97. Declara, ainda, a inelegibilidade da Sra. Francisca Paula Viana Mendes, administradora da empresa, pelo período de 8 anos a contar da presente decisão, conforme o disposto no art. 1º, I, p, da Lei Complementar nº 64/90, tudo nos termos do voto do Relator. Quando de seu voto, o Juiz Manoel Castelo Branco Camurça ressalvou o seu entendimento pessoal divergente em relação à fixação da pecha de inelegibilidade. Manifestou-se, na oportunidade, o douto Representante Ministerial, ratificando o parecer inserto nos autos. Saiba mais clicando em Mentiras maquiadas e DNA Gaudério |
17 setembro 2013
Faça agora!
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urgência.
Banco CEF - Agência 3454 - Conta 013.00001644-5
em nome de Jorge Francisco Weber (Pai) ou diretamente na Travessa São Nicolau, 40 - Estância Velha - Canoas.
Fones: (51) 8457-6778 ou 9172-4921 c/ Fabiane ou Jorge.
16 setembro 2013
O prazo de locação expirou.
O que está havendo com o PT Canoense? Perdeu o brio?
Explica-se daí, o entusiasmo de Petebistas e Pedetistas, a cáfila infiel de Jairo Jorge.
Explica-se daí, o entusiasmo de Petebistas e Pedetistas, a cáfila infiel de Jairo Jorge.
11 setembro 2013
É o mínimo que todos nós queremos. Que funcione.
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É de novo, chover no molhado.
São 57 meses de governo e Jairo Jorge, Beth Colombo e agora Marcelo Bósio, não cumprem o que prometeram em campanha eleitoral.
A saúde está um caos. A corrupção, os gastos milionários em propaganda e a péssima gestão do prefeito e seus secretários humilham e desgastam os contribuintes canoenses.
Comissões, Debates, Discussões, Reuniões, Encontros, Plenárias, Visitas, Assembleias, Conferências, Audiências, Congressos, wokshops, simpósios, etc. O nome não importa! Eles não resolvem NADA!
Esta conversa fiada já é bem conhecida... Clique aqui e leia.
10 setembro 2013
Dançando conforme a música
Dezenas de obras atrasadas em Canoas e empreiteiras recebendo normalmente.
Os vereadores permanecem calados e inertes na Tribuna e em seus Gabinetes.
Os vereadores permanecem calados e inertes na Tribuna e em seus Gabinetes.
Sonháticos caindo na real
Dia 21 de setembro Marina decidirá ir para o PEN (Partido Ecológico Nacional), uma sigla ordinária e recém criada com clara e estrita finalidade negocial.
Toda aquela conversa demagógica e hipócrita de Marina e seus sonháticos (que é como ela denomina seus seguidores) vai parar na latrina ideológica que virou a tal Rede Sustentabilidade.
Toda aquela conversa demagógica e hipócrita de Marina e seus sonháticos (que é como ela denomina seus seguidores) vai parar na latrina ideológica que virou a tal Rede Sustentabilidade.
PSOL - Uma falsificação barata do PT e de suas falsas virtudes
Mais uma pilantra socialista desmascarada.
É a deputada Janira Rocha do PSOL do Rio de Janeiro.
Gravações mostram o "jeitinho" da deputada para faturar uma graninha.
O Psol vai acobertar.
Assista a reportagem no Bom Dia Brasil
Leia o artigo de Reinaldo Azevedo na Veja
É a deputada Janira Rocha do PSOL do Rio de Janeiro.
Gravações mostram o "jeitinho" da deputada para faturar uma graninha.
O Psol vai acobertar.
Assista a reportagem no Bom Dia Brasil
Leia o artigo de Reinaldo Azevedo na Veja
04 setembro 2013
Questão essencial
Os caminhos da vida são feitos de decisões e escolhas. Assim, o que cada um de nós é hoje, seja na sua vida profissional, seja na sua vida pessoal, é conseqüência destas escolhas e das ações adotadas para efetivá-las. Algumas são
essenciais e importam decisões sobre nossa religião ou nosso papel social. Outras são operacionais, como a roupa que vamos vestir hoje para ir trabalhar.
O que vale para as pessoas também vale para as empresas, ou seja, uma empresa sobrevive ou não, tem êxito ou fracassa, de acordo com as decisões e escolhas que fez ou faz, de suas estratégias e foco, seus sistemas de crenças e valores, seu estilo gerencial, seus processos, suas estruturas, as pessoas que seleciona, o sistema de treinamento e desenvolvimento que adota. Ou, de acordo com Peter Drucker, "o produto final do trabalho de um gerente são decisões e ações".
Assim sendo, três aspectos devem ser considerados:A todo momento, queiramos ou não, conscientes ou inconscientes, por ação ou omissão, estamos sempre fazendo escolhas. E nunca é demais lembrar que não escolher já é uma escolha;
Se queremos ser os timoneiros da nau da nossa vida, devemos procurar ser conscientes das escolhas que fizemos e estamos fazendo, pois é esta consciência que nos permite assumir a responsabilidade pelos nossos atos e, conseqüentemente, continuar com o que estamos fazendo ou então mudar. É conveniente ter presente que algumas escolhas deram certo em determinados contextos, mas que se adotadas em outros podem ser profundamente negativas. Um pequeno exemplo: alguém que quando criança, para obter o carinho e a atenção dos pais, chorava, fazia manha ou gritava. Depois, quando adulto, para ter as suas necessidades de aceitação e reconhecimento atendidas, adota comportamentos de essência semelhante que, sem a menor sombra de dúvida serão totalmente inadequados, gerando respostas justamente opostas às desejadas;
Podemos, através do desenvolvimento pessoal, aumentar a nossa esfera de escolhas. Aprender, no fundo, importa ter mais opções, isto é, ampliar possibilidades. A questão básica é o que aprender para que possamos ter êxito neste mundo de crescente insegurança, complexidade, ambigüidade e imprevisibilidade. E isto também é uma escolha.
De qualquer forma, é sempre conveniente ter presente 6 escolhas que estamos fazendo a todo o momento.1- Vida ou morte
O general franquista Millan d’Astray, nas suas palavras na Universidade de Salamanca, na frente do filósofo Miguel de Unamuno, proferiu sua célebre frase: "Abaixo a inteligência. Viva a morte!". E esta é a grande questão. Estamos escolhendo a vida ou a morte do planeta em que habitamos? Todas aquelas pessoas ou empresas que contribuem com poluição ambiental e destruição dos ecossistemas, chuvas ácidas, aumento da temperatura na Terra e a conseqüente elevação dos níveis das marés, destruição da camada de ozônio, desmatamentos indiscriminados e a existência de pessoas vivendo em condições subumanas, em função da ganância, da busca do lucro Kamikaze ou da falta de consciência social, estão engrossando o coro de Millan d’Astray e à sua própria maneira estão repetindo com o general franquista: "Viva a morte!"
Na realidade, esta é a grande questão ética, segundo a qual todas as outras devem se ordenar. É saber qual a resposta a uma pergunta de Albert Einstein: "Será que estamos fazendo deste planeta um lugar melhor para se morar?" Ou estamos ao lado dos que não têm nenhuma preocupação com isto, pois, como dizem, a longo prazo estaremos todos mortos.
2 - Os significados
A riqueza de nossa vida está muito relacionada aos significados que damos ao que fazemos. É a história dos 3 operários que estavam numa mesma obra e foram indagados sobre o que estavam fazendo. Um deles disse que estava assentando pedras. O outro, que estava construindo uma escada. O terceiro, que estava colaborando para a construção de uma catedral. Nós podemos escolher os significados que damos a tudo o que fazemos e isto pode representar uma grande diferença.
3 - Passado ou futuro orientado
As pessoas passado orientadas ficam querendo mudar o que fizeram, como se pudessem entrar na máquina do tempo. Tendem a se lamentar ou arranjar culpados e estão mais voltadas para ameaças. As pessoas futuro orientadas buscam resultados, aceitam as situações existentes como um ponto de partida, não confundindo aceitação com conformismo, e procuram identificar e agir de acordo com as oportunidades. De qualquer forma é conveniente citar Franklin Delano Roosevelt: "O progresso é realizado pelos homens que fazem e não pelos que discutem de que modo as coisas deveriam ter sido feitas."
4 - Sistema aberto ou fechado
Os seres humanos são e deveriam agir como sistemas abertos, ou seja, em interação com o seu meio. Cada vez que as pessoas se fecham através do dogmatismo, da arrogância ou da negação, estão agindo como sistemas fechados. Prendem-se ao familiar e ao conhecido e, freqüentemente, ficam encasteladas em torres de marfim. As pessoas que agem como sistema aberto estão em relacionamento, têm consciência do fluxo contínuo de mudanças e sabem que a melhor forma de prever o futuro é criá-lo.
5 - Crenças e valoresUma das coisas que têm forte influência sobre nossos comportamentos é o nosso sistema de crenças e valores. Neste sentido há quem diga que: "Quer você acredite que pode, quer acredite que não pode, você está certo." Todos nós temos um conjunto de crenças e valores que fomos adquirindo ao longo da vida e que são determinantes do nosso comportamento. Algumas podem ser extremamente úteis, como acreditar que tudo o que nos acontece pode ser uma oportunidade. Outras podem ser negativas, como a de se acreditar vítima das circunstâncias, na base do "isto só acontece comigo". Em geral as pessoas não analisam os impactos de suas crenças sobre suas vidas e não sabem que podem e como mudá-las.
6 - Intervir e mudar ou ser passivo
A consciência de que o que obtemos da vida está profundamente relacionado às escolhas que fizemos ou fazemos nos permite estar abertos a identificá-las e ratificá-las ou retificá-las. E esta é uma grande escolha final. É possível mudar. E um bom modo de fazê-lo é com base em Jean P. Sartre: "Não importa o que fizeram de mim, o que importa é o que eu faço com o que fizeram de mim." Em suma, ser consciente das escolhas que fazemos é entrar no mundo mágico das possibilidades. É saber que existem infinitas formas e caminhos e que a vida é daqui para a frente.
essenciais e importam decisões sobre nossa religião ou nosso papel social. Outras são operacionais, como a roupa que vamos vestir hoje para ir trabalhar.O que vale para as pessoas também vale para as empresas, ou seja, uma empresa sobrevive ou não, tem êxito ou fracassa, de acordo com as decisões e escolhas que fez ou faz, de suas estratégias e foco, seus sistemas de crenças e valores, seu estilo gerencial, seus processos, suas estruturas, as pessoas que seleciona, o sistema de treinamento e desenvolvimento que adota. Ou, de acordo com Peter Drucker, "o produto final do trabalho de um gerente são decisões e ações".
Assim sendo, três aspectos devem ser considerados:A todo momento, queiramos ou não, conscientes ou inconscientes, por ação ou omissão, estamos sempre fazendo escolhas. E nunca é demais lembrar que não escolher já é uma escolha;
Se queremos ser os timoneiros da nau da nossa vida, devemos procurar ser conscientes das escolhas que fizemos e estamos fazendo, pois é esta consciência que nos permite assumir a responsabilidade pelos nossos atos e, conseqüentemente, continuar com o que estamos fazendo ou então mudar. É conveniente ter presente que algumas escolhas deram certo em determinados contextos, mas que se adotadas em outros podem ser profundamente negativas. Um pequeno exemplo: alguém que quando criança, para obter o carinho e a atenção dos pais, chorava, fazia manha ou gritava. Depois, quando adulto, para ter as suas necessidades de aceitação e reconhecimento atendidas, adota comportamentos de essência semelhante que, sem a menor sombra de dúvida serão totalmente inadequados, gerando respostas justamente opostas às desejadas;
Podemos, através do desenvolvimento pessoal, aumentar a nossa esfera de escolhas. Aprender, no fundo, importa ter mais opções, isto é, ampliar possibilidades. A questão básica é o que aprender para que possamos ter êxito neste mundo de crescente insegurança, complexidade, ambigüidade e imprevisibilidade. E isto também é uma escolha.
De qualquer forma, é sempre conveniente ter presente 6 escolhas que estamos fazendo a todo o momento.1- Vida ou morte
O general franquista Millan d’Astray, nas suas palavras na Universidade de Salamanca, na frente do filósofo Miguel de Unamuno, proferiu sua célebre frase: "Abaixo a inteligência. Viva a morte!". E esta é a grande questão. Estamos escolhendo a vida ou a morte do planeta em que habitamos? Todas aquelas pessoas ou empresas que contribuem com poluição ambiental e destruição dos ecossistemas, chuvas ácidas, aumento da temperatura na Terra e a conseqüente elevação dos níveis das marés, destruição da camada de ozônio, desmatamentos indiscriminados e a existência de pessoas vivendo em condições subumanas, em função da ganância, da busca do lucro Kamikaze ou da falta de consciência social, estão engrossando o coro de Millan d’Astray e à sua própria maneira estão repetindo com o general franquista: "Viva a morte!"
Na realidade, esta é a grande questão ética, segundo a qual todas as outras devem se ordenar. É saber qual a resposta a uma pergunta de Albert Einstein: "Será que estamos fazendo deste planeta um lugar melhor para se morar?" Ou estamos ao lado dos que não têm nenhuma preocupação com isto, pois, como dizem, a longo prazo estaremos todos mortos.
2 - Os significados
A riqueza de nossa vida está muito relacionada aos significados que damos ao que fazemos. É a história dos 3 operários que estavam numa mesma obra e foram indagados sobre o que estavam fazendo. Um deles disse que estava assentando pedras. O outro, que estava construindo uma escada. O terceiro, que estava colaborando para a construção de uma catedral. Nós podemos escolher os significados que damos a tudo o que fazemos e isto pode representar uma grande diferença.
3 - Passado ou futuro orientado
As pessoas passado orientadas ficam querendo mudar o que fizeram, como se pudessem entrar na máquina do tempo. Tendem a se lamentar ou arranjar culpados e estão mais voltadas para ameaças. As pessoas futuro orientadas buscam resultados, aceitam as situações existentes como um ponto de partida, não confundindo aceitação com conformismo, e procuram identificar e agir de acordo com as oportunidades. De qualquer forma é conveniente citar Franklin Delano Roosevelt: "O progresso é realizado pelos homens que fazem e não pelos que discutem de que modo as coisas deveriam ter sido feitas."
4 - Sistema aberto ou fechado
Os seres humanos são e deveriam agir como sistemas abertos, ou seja, em interação com o seu meio. Cada vez que as pessoas se fecham através do dogmatismo, da arrogância ou da negação, estão agindo como sistemas fechados. Prendem-se ao familiar e ao conhecido e, freqüentemente, ficam encasteladas em torres de marfim. As pessoas que agem como sistema aberto estão em relacionamento, têm consciência do fluxo contínuo de mudanças e sabem que a melhor forma de prever o futuro é criá-lo.
5 - Crenças e valoresUma das coisas que têm forte influência sobre nossos comportamentos é o nosso sistema de crenças e valores. Neste sentido há quem diga que: "Quer você acredite que pode, quer acredite que não pode, você está certo." Todos nós temos um conjunto de crenças e valores que fomos adquirindo ao longo da vida e que são determinantes do nosso comportamento. Algumas podem ser extremamente úteis, como acreditar que tudo o que nos acontece pode ser uma oportunidade. Outras podem ser negativas, como a de se acreditar vítima das circunstâncias, na base do "isto só acontece comigo". Em geral as pessoas não analisam os impactos de suas crenças sobre suas vidas e não sabem que podem e como mudá-las.
6 - Intervir e mudar ou ser passivo
A consciência de que o que obtemos da vida está profundamente relacionado às escolhas que fizemos ou fazemos nos permite estar abertos a identificá-las e ratificá-las ou retificá-las. E esta é uma grande escolha final. É possível mudar. E um bom modo de fazê-lo é com base em Jean P. Sartre: "Não importa o que fizeram de mim, o que importa é o que eu faço com o que fizeram de mim." Em suma, ser consciente das escolhas que fazemos é entrar no mundo mágico das possibilidades. É saber que existem infinitas formas e caminhos e que a vida é daqui para a frente.
dos sonhos, dos desafios e da ação"
02 setembro 2013
E perguntar prefeito, ofende ?
30 agosto 2013
Síndrome de Burns, você precisa aprender a lidar com isso.
Republico meu artigo de Março de 2008, mais atual do que nunca.
Um abraço a todos. Feijó
"Já bati de frente e não tive bons resultados", diz
Um abraço a todos. Feijó
"Já bati de frente e não tive bons resultados", diz
Ana C. Rossi, do Submarino, Conviver com um chefe que não ouve, não ensina e nunca diz para onde caminha o negócio é uma situação recorrente no mercado de trabalho. Quem nunca se sentiu diminuído, injustiçado ou simplesmente ignorado pelo seu superior, pelo menos uma vez, que levante a mão.Essas poderiam até ser situações do passado diante de um mundo corporativo redesenhado pela tecnologia, onde os profissionais têm mais liberdade e se orgulham em dizer que dirigem a própria carreira. Mas não são.Pesquisa realizada pela rede de network "To the Top" , com exclusividade para o Valor , mostra que o relacionamento com os chefes continua difícil, apesar das recentes mudanças no mundo do trabalho.
Mais da metade dos 254 participantes afirmaram já ter pensado em mudar de emprego por problemas com a chefia. E a maior crítica em relação aos superiores é sobre o feedback.
Hoje Junior diz que seu chefe divide responsabilidades, pergunta a opinião da equipe, enfim, ajuda muito na motivação. "Os chefes mais admirados são os que também são percebidos como bons desenvolvedores de pessoas, motivadores e desafiadores", diz João Marcos Branco, coordenador da pesquisa e do "To the Top", grupo de discussão formado em 2001 e que hoje reúne 2000 profissionais de 850 empresas. "Existe também uma alta relação entre a motivação, o reconhecimento de bons desempenhos e a preparação para substituir o chefe no futuro".A questão da sucessão da chefia aparece na pesquisa como sendo um problema maior para a as mulheres. Apesar das respostas indicarem que elas têm um relacionamento suavemente melhor com seus chefes do que os homens -35% acreditam que seu potencial é bem explorado e 48% dizem que nunca pensaram em mudar de emprego por causa do chefe- a maioria sente que não está sendo preparada para substituir seus superiores.Ana Cristina Rossi, 27 anos, assistente comercial do Submarino, acredita que essa preparação para a sucessão é ainda mais complicada quando a chefe é mulher. "A disputa é mais acirrada, entra a vaidade e questões como: será que se ela subir eu subo também?", diz.Formada em administração com ênfase em comércio exterior, ela está há quase seis anos no mercado. Nesse tempo, ela diz ter aprendido que é preciso conhecer traços da personalidade do chefe para desenvolver um bom relacionamento.
Estar atento a hora certa para falar, não interromper um momento de análise de seu superior, segundo Ana, são dicas que podem ajudar na construção de uma boa relação. "Já bati de frente e não tive bons resultados, agora já sei como lidar. Uso artimanhas para não ser mal interpretada", diz. "Sei que o profissional e o pessoal andam lado a lado".Vários estudos já mostraram que as relações pessoais imperam no mercado de trabalho brasileiro. Isso acaba atrapalhando o feedback, uma das maiores críticas dos entrevistados aos seus superiores. "O chefe tem pudor em fazer críticas para não criar um clima pessoal", diz Patrícia Pimenta Fernandes, 37 anos, supervisora de planejamento da McCann Eriksson. "O feedback às vezes tem que ser arrancado".Outro problema apontado por Patrícia, que incomoda boa parte dos subordinados, é a centralização das decisões e informações. "O chefe inseguro em relação ao grupo centraliza e acaba assoberbado, perdido no operacional e sem tempo para ter uma visão mais macro do negócio", acredita.

Quem trabalha quer saber se o que está fazendo faz sentido na empresa, quer incentivo, motivação.
O levantamento reuniu o depoimento de profissionais de diversos setores, 61% com idades entre 25 e 34 anos, 33% gerentes, 31% analistas, 13% coordenadores ou supervisores, 11% consultores e 6% diretores e presidentes. Todos atuam em grandes empresas nacionais e multinacionais como a Philips, Embratel, Citibank, Merrill Lynch, Bayer, AGF Seguros, Visanet, Ford, Claro, Unilever, entre outras.Dos participantes, 39% se reportam ao diretor, presidente ou sócio da companhia e 28% ao gerente de departamento. Apesar de 26% dos pesquisados terem afirmado ter o melhor relacionamento possível com o chefe, 61% disseram que já pensaram em mudar de emprego por causa da chefia e 10% afirmaram ter tido problemas sérios com o chefe imediato.William Salomão Junior, 37 anos, gerente de negócios da Ticket Serviços, é um que diz estar hoje plenamente satisfeito com o relacionamento que mantém com seu superior. Mas, ele vive essa calmaria há apenas alguns meses. Antes, passou por maus momentos com um outro chefe."Eu tinha vontade de mudar de emprego, mas sabia que ele acabaria se dando mal porque não se encaixava mais no perfil de profissional que a empresa queria", lembra. Junior percebia sinais de que aquela situação não se sustentaria por muito tempo e, apenas por isso, aguentou firme. "Ele acabou indo embora naturalmente", diz.
Hoje Junior diz que seu chefe divide responsabilidades, pergunta a opinião da equipe, enfim, ajuda muito na motivação. "Os chefes mais admirados são os que também são percebidos como bons desenvolvedores de pessoas, motivadores e desafiadores", diz João Marcos Branco, coordenador da pesquisa e do "To the Top", grupo de discussão formado em 2001 e que hoje reúne 2000 profissionais de 850 empresas. "Existe também uma alta relação entre a motivação, o reconhecimento de bons desempenhos e a preparação para substituir o chefe no futuro".A questão da sucessão da chefia aparece na pesquisa como sendo um problema maior para a as mulheres. Apesar das respostas indicarem que elas têm um relacionamento suavemente melhor com seus chefes do que os homens -35% acreditam que seu potencial é bem explorado e 48% dizem que nunca pensaram em mudar de emprego por causa do chefe- a maioria sente que não está sendo preparada para substituir seus superiores.Ana Cristina Rossi, 27 anos, assistente comercial do Submarino, acredita que essa preparação para a sucessão é ainda mais complicada quando a chefe é mulher. "A disputa é mais acirrada, entra a vaidade e questões como: será que se ela subir eu subo também?", diz.Formada em administração com ênfase em comércio exterior, ela está há quase seis anos no mercado. Nesse tempo, ela diz ter aprendido que é preciso conhecer traços da personalidade do chefe para desenvolver um bom relacionamento.
Estar atento a hora certa para falar, não interromper um momento de análise de seu superior, segundo Ana, são dicas que podem ajudar na construção de uma boa relação. "Já bati de frente e não tive bons resultados, agora já sei como lidar. Uso artimanhas para não ser mal interpretada", diz. "Sei que o profissional e o pessoal andam lado a lado".Vários estudos já mostraram que as relações pessoais imperam no mercado de trabalho brasileiro. Isso acaba atrapalhando o feedback, uma das maiores críticas dos entrevistados aos seus superiores. "O chefe tem pudor em fazer críticas para não criar um clima pessoal", diz Patrícia Pimenta Fernandes, 37 anos, supervisora de planejamento da McCann Eriksson. "O feedback às vezes tem que ser arrancado".Outro problema apontado por Patrícia, que incomoda boa parte dos subordinados, é a centralização das decisões e informações. "O chefe inseguro em relação ao grupo centraliza e acaba assoberbado, perdido no operacional e sem tempo para ter uma visão mais macro do negócio", acredita.
"Existe uma grande diferença entre você orientar e fazer o
trabalho". Para ela, o equilíbrio é a melhor solução para os dois lados. Sem esta percepção, o profissional júnior acaba sem aprender, não cresce e o sênior dedica menos espaço do seu dia-a-dia ao gerenciamento de atividades que realmente interessam.O que os profissionais esperam do chefe além de dividir mais responsabilidades é que ele saiba explorar ao máximo as suas habilidades. Pelo menos 67% dos entrevistados acham que poderiam ser mais motivados e desafiados pelos chefes. Simone Mota Garcia, 43 anos, gerente do departamento jurídico, da Nestlé Waters, acredita que essa falta de incentivo pode levar a uma queda na auto-motivação do funcionário. Ela acredita que cabe ao próprio empregado então buscar o ânimo necessário para produzir mais e se preparar para o mercado.Simone sempre buscou oportunidades sozinha. Formou-se em direito, fez pós-graduação na área tributária, MBA em direito empresarial e outros cursos de especialização. Hoje ela serve de exemplo as estagiárias que se reportam a ela. "Eu sempre aconselho elas a não pararem de estudar", diz. Quando trabalhou na IBM, Simone teve como mentora a chefe do departamento fiscal da companhia. "Um bom chefe pode ajudar a mudar a carreira de alguém para melhor", diz.No geral, os chefes mais admirados, segundo a pesquisa, são os que ocupam cargos de diretores ou presidentes. "Eles são vistos como melhores 'desenvolvedores' de pessoas, dão mais feedback", diz João Marcos Branco, coordenador da pesquisa.A única ressalva é que eles não sentem que estão sendo preparados para substituí-los. Já os gerentes de grupos de departamentos têm as piores avaliações dos subordinados. "São os que cobram de maneira mais constrangedora e que mais fazem os empregados quererem mudar de emprego", diz Branco. Eles não são vistos como bons exemplos e aparecem como os que menos reconhecem e valorizam seus subordinados.
trabalho". Para ela, o equilíbrio é a melhor solução para os dois lados. Sem esta percepção, o profissional júnior acaba sem aprender, não cresce e o sênior dedica menos espaço do seu dia-a-dia ao gerenciamento de atividades que realmente interessam.O que os profissionais esperam do chefe além de dividir mais responsabilidades é que ele saiba explorar ao máximo as suas habilidades. Pelo menos 67% dos entrevistados acham que poderiam ser mais motivados e desafiados pelos chefes. Simone Mota Garcia, 43 anos, gerente do departamento jurídico, da Nestlé Waters, acredita que essa falta de incentivo pode levar a uma queda na auto-motivação do funcionário. Ela acredita que cabe ao próprio empregado então buscar o ânimo necessário para produzir mais e se preparar para o mercado.Simone sempre buscou oportunidades sozinha. Formou-se em direito, fez pós-graduação na área tributária, MBA em direito empresarial e outros cursos de especialização. Hoje ela serve de exemplo as estagiárias que se reportam a ela. "Eu sempre aconselho elas a não pararem de estudar", diz. Quando trabalhou na IBM, Simone teve como mentora a chefe do departamento fiscal da companhia. "Um bom chefe pode ajudar a mudar a carreira de alguém para melhor", diz.No geral, os chefes mais admirados, segundo a pesquisa, são os que ocupam cargos de diretores ou presidentes. "Eles são vistos como melhores 'desenvolvedores' de pessoas, dão mais feedback", diz João Marcos Branco, coordenador da pesquisa.A única ressalva é que eles não sentem que estão sendo preparados para substituí-los. Já os gerentes de grupos de departamentos têm as piores avaliações dos subordinados. "São os que cobram de maneira mais constrangedora e que mais fazem os empregados quererem mudar de emprego", diz Branco. Eles não são vistos como bons exemplos e aparecem como os que menos reconhecem e valorizam seus subordinados.
Por outro lado, os gerentes de departamento são "amados" ou "odiados", na mesma proporção. Eles são vistos como sendo mais centralizadores, os que mais "escondem" o trabalho dos funcionários e os que menos se preocupam com feedback.Ao mesmo tempo, quem gosta deles, acredita que eles sabem explorar melhor o potencial de seus empregados do que os gerentes de grupo de departamento. E, apesar de todas as críticas, 37% de todos os entrevistados acreditam que seus chefes são um exemplo a ser seguido contra apenas 6% que os consideram péssimos.
Um abraço a todos.
Para compreender melhor onde gastam seu dinheiro
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Abaixo o valores pagos até 31 de julho por função:
Área e Valor Pago
SAÚDE 137.088.773,28
ADMINISTRAÇÃO 94.803.575,91
EDUCAÇÃO 84.174.392,89
URBANISMO 35.623.943,64
SANEAMENTO 19.766.088,80
GESTÃO AMBIENTAL 14.113.587,71
SEGURANÇA PUBLICA 12.376.263,76
ASSISTÊNCIA SOCIAL 8.597.943,71
ENCARGOS ESPECIAIS 5.313.505,04
CULTURA 1.989.610,24
DESPORTO E LAZER 1.480.011,17
TRANSPORTE 998.886,64
HABITAÇÃO 902.715,04
TRABALHO 112.424,76
DIREITOS DA CIDADANIA 19.229,00
INDUSTRIA 4.638,36
CIÊNCIA E TECNOLOGIA 0
COMERCIO E SERVIÇOS 0
Abaixo o valores pagos até 31 de julho por função:
Área e Valor Pago
SAÚDE 137.088.773,28
ADMINISTRAÇÃO 94.803.575,91
EDUCAÇÃO 84.174.392,89
URBANISMO 35.623.943,64
SANEAMENTO 19.766.088,80
GESTÃO AMBIENTAL 14.113.587,71
SEGURANÇA PUBLICA 12.376.263,76
ASSISTÊNCIA SOCIAL 8.597.943,71
ENCARGOS ESPECIAIS 5.313.505,04
CULTURA 1.989.610,24
DESPORTO E LAZER 1.480.011,17
TRANSPORTE 998.886,64
HABITAÇÃO 902.715,04
TRABALHO 112.424,76
DIREITOS DA CIDADANIA 19.229,00
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ADMINISTRAÇÃO 94.803.575,91
EDUCAÇÃO 84.174.392,89
URBANISMO 35.623.943,64
SANEAMENTO 19.766.088,80
GESTÃO AMBIENTAL 14.113.587,71
SEGURANÇA PUBLICA 12.376.263,76
ASSISTÊNCIA SOCIAL 8.597.943,71
ENCARGOS ESPECIAIS 5.313.505,04
CULTURA 1.989.610,24
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TRANSPORTE 998.886,64
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DIREITOS DA CIDADANIA 19.229,00
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Baú de Promessas não cumpridas
E tem mais uma Promessa de Jairo do PT e sua Turma do BOM fazendo aniversário.
É a Praça da Juventude, que tal ?
Clique aqui e leia matéria de junho/2013 no Diário de Canoas.
É a Praça da Juventude, que tal ?
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| Clique na imagem para ampliar. |
28 agosto 2013
Brincadeira de mau gosto
Em entrevista ao InfoMoney, Marco Antônio Pinto de Faria, presidente e fundador do Grupo Skill - consultoria tributária, diz que a gestão do PT está brincando com a Petrobrás. E nada teria uma resposta melhor do mercado a não ser sua privatização. Segundo ele, o PT acabou com a Petrobrás. Uma empresa endividada em R$ 332 bilhões (soma do passivo circulante e não circulante da companhia contabilizado no primeiro trimestre deste ano) é praticamente impossível recuperá-la.
26 agosto 2013
PIB decadente
A projeção para o crescimento do PIB em 2013 sofreu nova redução: de 2,21% para 2,20%, enquanto para 2014 caiu para 2,40% (de 2,50% na semana anterior).
O dólar ainda sobe com vetor de alta e não deve estancar esta subida tão cedo. Investidores já enviam seus recursos para os Estados Unidos que teve sua taxa corrigida novamente. As perspectivas americanas são animadoras, as nossas não.
O dólar ainda sobe com vetor de alta e não deve estancar esta subida tão cedo. Investidores já enviam seus recursos para os Estados Unidos que teve sua taxa corrigida novamente. As perspectivas americanas são animadoras, as nossas não.
22 agosto 2013
A Logística está de mudança. E você?
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| O mundo não é mais o mesmo. O profissional de logística, também não. |
Na busca de atingir essas expectativas, as empresas necessitam investir em tecnologia e pesquisa, desenvolvendo e criando vantagens competitivas que lhes garantam fidelizar ou reter clientes e, portanto, melhorar seu share.
Indispensavelmente, a logística tem cumprido nos dias atuais um papel protagonista nas relações empresariais, aprimorando e tornando-se uma das atividades estratégicas mais importantes de uma supply chain, a logística está presente no processo da cadeia, desde o momento da aquisição da matéria-prima até a entrega do produto ao consumidor final.
O custo apurado ao longo da supply chain é uma variável imprescindível a ser considerada pelos diferentes atores que conformam a cadeia: compradores, fornecedores e operadores logísticos. Também, o processo decisório determina o desenho de um modelo de decisão, do qual se atinjam objetivos, como: clientes finais satisfeitos e custos totais mais baixos durante todo o processo.
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| Compartilhar, formar, montar, aprimorar. As palavras da próxima década. |
Destaco que quanto aos custos e fatores que tanto preocupam compradores e gestores de produção e distribuição, temos:
1) Custo de Entrada Básico
2) Custo das Transações
3) Custos Relacionados com Fornecedores
4) Custos de Descarregar
5) Custos de Qualidade
6) Custos de Logística/Operação
7) Custos Indiretos de Financiamento
8) Fatores Táticos de Entrada
9) Fatores de Intermediação/Cliente
10) Fatores Estratégicos do Negócio
Concluindo...
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| 100% certo na primeira vez, todas as vezes. Qualidade é essencial. |
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| Saiba preencher os espaços na mente do comprador. O gestor comercial de logística é antes de tudo um facilitador. |
A logística integrada é considerada novo paradigma, como resultado da integração entre conceitos e procedimentos de outras áreas do conhecimento como a administração, a matemática, a contabilidade, o direito, o empreendedorismo e a política nas relações humanas.
Finalmente, em decorrência dessa multidisciplinaridade conceitual e prática, surgem inúmeros fenômenos e situações que fazem da logística um potencializador de negócios empresariais em todos os segmentos. Os Gestores de vendas de serviços logísticos que possuem a ousadia de estudar cada nuance desta tênue relação compra e venda, no que se refere não só aos serviços, mas também as soluções logísticas, tem a possibilidade de alçar voos mais altos e mais duradouros.
Um abraço a todos.
Jairo Jorge: O Incompetente e seu séquito de ineptos.
| Clique na imagem para ampliar. |
É confesso. O próprio secretário-adjunto afirma que há apenas "Estudos".
A situação é grave e se arrasta há 4 anos.
E mais:
- Onde estão os ônibus nas noites de sábados, domingos e feriados?
- E o ar-condicionado ?
- E o maior número de linhas e horários ?
- E o maior número de horários nos períodos de pico ?
- E outra empresa que concorra com a Sogal ?
O que afirma o Democratas Canoas:
Aumento histórico do número de homicídios, péssimos serviços de saúde pública, transporte coletivo de baixa qualidade, falta de creches, sinalização viária deficitária, dezenas de obras atrasadas e escolas em péssimas condições.
Jairo Jorge não consegue sequer atender com um mínimo de eficiência, as demandas da segunda maior economia do estado do RS.
FISCALIZE! COBRE! EXIJA! PROTESTE! RECLAME!
21 agosto 2013
Jairo e Dilma. Gestores de R$ 1,99.
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É o que mostramos todos os dias aqui pela internet, além de publicações de periódicos que vez por outra, diante da gravidade indisfarçável da realidade das ruas, se vêem contrariamente obrigados a registrar, diferentemente do eufemismo que praticam diariamente em favor do PT.
A questão animal beira o desleixo, a má fé e a improbidade.
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