05 agosto 2008
21 abril 2008
10 abril 2008
32ª FIMEC 2008 – Feira internacional de couros, químicos, componentes e acessórios, equipamentos e máquinas para calçados e curtumes.
Mas a Fimec seguramente supera estas dificuldades e demonstra sua força através da qualidade de seus expositores, do volume de negócios e da presença significativa de indústrias chinesas, italianas e alemãs.
Por falar em chineses, mais uma vez eles roubaram a cena e mostraram que não estão para brincadeira. Muito bem instalados e em maior número no pavilhão 10, trouxeram principalmente máquinas, componentes e químicos com preços e condições radicalmente competitivos, pelas razões que todos já conhecemos.
Agora, resta-nos aguardar a Courovisão 2008 de 30 de Setembro a 02 de Outubro, também na Fenac.
Um abraço a todos.
09 abril 2008
Frontispício
Nada de paranormal, apenas uma sensação do que estaria por vir. E nada como estar no lugar certo, no momento certo.
Quando estamos cercados de pessoas
com objetivos comuns e determinadas, juntas caminhando na mesma direção, bem intencionadas e competentes, desarmadas para a maioria das constantes e lastimáveis contendas corporativas que nos fazem perder tempo e energia em coisas que jamais frutificarão em algo relevante ou positivo, podemos assim nos certificar, como eu, que o início de uma trajetória de grande valor pessoal e profissional está por vir.Digo isto neste momento, pois sabem bem os amigos, de que às vezes, e digo somente às vezes, costumo não dividir ou divulgar meus planos futuros, contudo, com um cenário tão animador e seguro, sinto-me a vontade para dizer que 2008 realmente será um grande ano, mas não tão somente por ser 2008, mas pelo frontispício atual que ele representa na vida deste humilde blogger.
Meus próximos posts manterão a mesma linha da qual tenho seguido nos últimos anos, embora tenha que admitir, que estes serão mais raros, e talvez mais dirigidos, quem sabe para o segmento de... Logística.
Um abraço a todos e fiquem bem.
10 março 2008
01 março 2008
Síndrome de Burns, você precisa aprender a lidar com isso.
Ana C. Rossi, do Submarino, Conviver com um chefe que não ouve, não ensina e nunca diz para onde caminha o negócio é uma situação recorrente no mercado de trabalho. Quem nunca se sentiu diminuído, injustiçado ou simplesmente ignorado pelo seu superior, pelo menos uma vez, que levante a mão.Essas poderiam até ser situações do passado diante de um mundo corporativo redesenhado pela tecnologia, onde os profissionais têm mais liberdade e se orgulham em dizer que dirigem a própria carreira. Mas não são.Pesquisa realizada pela rede de network "To the Top" , com exclusividade para o Valor , mostra que o relacionamento com os chefes continua difícil, apesar das recentes mudanças no mundo do trabalho.
Hoje Junior diz que seu chefe divide responsabilidades, pergunta a opinião da equipe, enfim, ajuda muito na motivação. "Os chefes mais admirados são os que também são percebidos como bons desenvolvedores de pessoas, motivadores e desafiadores", diz João Marcos Branco, coordenador da pesquisa e do "To the Top", grupo de discussão formado em 2001 e que hoje reúne 2000 profissionais de 850 empresas. "Existe também uma alta relação entre a motivação, o reconhecimento de bons desempenhos e a preparação para substituir o chefe no futuro".A questão da sucessão da chefia aparece na pesquisa como sendo um problema maior para a as mulheres. Apesar das respostas indicarem que elas têm um relacionamento suavemente melhor com seus chefes do que os homens -35% acreditam que seu potencial é bem explorado e 48% dizem que nunca pensaram em mudar de emprego por causa do chefe- a maioria sente que não está sendo preparada para substituir seus superiores.Ana Cristina Rossi, 27 anos, assistente comercial do Submarino, acredita que essa preparação para a sucessão é ainda mais complicada quando a chefe é mulher. "A disputa é mais acirrada, entra a vaidade e questões como: será que se ela subir eu subo também?", diz.Formada em administração com ênfase em comércio exterior, ela está há quase seis anos no mercado. Nesse tempo, ela diz ter aprendido que é preciso conhecer traços da personalidade do chefe para desenvolver um bom relacionamento.
Estar atento a hora certa para falar, não interromper um momento de análise de seu superior, segundo Ana, são dicas que podem ajudar na construção de uma boa relação. "Já bati de frente e não tive bons resultados, agora já sei como lidar. Uso artimanhas para não ser mal interpretada", diz. "Sei que o profissional e o pessoal andam lado a lado".Vários estudos já mostraram que as relações pessoais imperam no mercado de trabalho brasileiro. Isso acaba atrapalhando o feedback, uma das maiores críticas dos entrevistados aos seus superiores. "O chefe tem pudor em fazer críticas para não criar um clima pessoal", diz Patrícia Pimenta Fernandes, 37 anos, supervisora de planejamento da McCann Eriksson. "O feedback às vezes tem que ser arrancado".Outro problema apontado por Patrícia, que incomoda boa parte dos subordinados, é a centralização das decisões e informações. "O chefe inseguro em relação ao grupo centraliza e acaba assoberbado, perdido no operacional e sem tempo para ter uma visão mais macro do negócio", acredita.
trabalho". Para ela, o equilíbrio é a melhor solução para os dois lados. Sem esta percepção, o profissional júnior acaba sem aprender, não cresce e o sênior dedica menos espaço do seu dia-a-dia ao gerenciamento de atividades que realmente interessam.O que os profissionais esperam do chefe além de dividir mais responsabilidades é que ele saiba explorar ao máximo as suas habilidades. Pelo menos 67% dos entrevistados acham que poderiam ser mais motivados e desafiados pelos chefes. Simone Mota Garcia, 43 anos, gerente do departamento jurídico, da Nestlé Waters, acredita que essa falta de incentivo pode levar a uma queda na auto-motivação do funcionário. Ela acredita que cabe ao próprio empregado então buscar o ânimo necessário para produzir mais e se preparar para o mercado.Simone sempre buscou oportunidades sozinha. Formou-se em direito, fez pós-graduação na área tributária, MBA em direito empresarial e outros cursos de especialização. Hoje ela serve de exemplo as estagiárias que se reportam a ela. "Eu sempre aconselho elas a não pararem de estudar", diz. Quando trabalhou na IBM, Simone teve como mentora a chefe do departamento fiscal da companhia. "Um bom chefe pode ajudar a mudar a carreira de alguém para melhor", diz.No geral, os chefes mais admirados, segundo a pesquisa, são os que ocupam cargos de diretores ou presidentes. "Eles são vistos como melhores 'desenvolvedores' de pessoas, dão mais feedback", diz João Marcos Branco, coordenador da pesquisa.A única ressalva é que eles não sentem que estão sendo preparados para substituí-los. Já os gerentes de grupos de departamentos têm as piores avaliações dos subordinados. "São os que cobram de maneira mais constrangedora e que mais fazem os empregados quererem mudar de emprego", diz Branco. Eles não são vistos como bons exemplos e aparecem como os que menos reconhecem e valorizam seus subordinados.
23 fevereiro 2008
02 fevereiro 2008
Tiradores de pedidos. Eles um dia dominaram este mundo.
31 janeiro 2008
23 janeiro 2008
Trade Marketing
surgiu no início da década de 90, precisamos entender alguns pontos fundamentais: A palavra “TRADE” que em uma tradução básica significa COMÉRCIO e sempre foi muito utilizada no Comércio Exterior, nas negociações entre empresas de países diferentes através de uma TRADE COMPANY, está na boca de muitos profissionais da área de Marketing e Vendas, pois utilizando sua tradução básica significa estratégia de Marketing no Comércio (Ponto de Venda), ou no próprio distribuidor.

Por hora é só.
07 janeiro 2008
Gerenciamento por Categoria. Um dever.
prevenir: Varejistas, atacadistas e fabricantes, não necessariamente nesta ordem, devem iniciar o gerenciamento por categorias como fator competitivo e diferencial nas atividades de comércio. fornecedores busquem alternativas para conseguir eficiência e rentabilidade na gestão de seus negócios.
Como parte integrante do processo de ECR (Efficient Consumer Response), e considerada uma das suas ferramentas mais importantes, o Gerenciamento de Categorias vem sendo bastante discutido pelos supermercadistas no Brasil e no exterior.
O objetivo é melhorar o desempenho das categorias, oferecendo maior “valor” ao consumidor. Para que a efetiva parceria ocorra, é fundamental que fabricantes e varejistas estejam preparados para a troca eletrônica de informações e disponham de mecanismos de análise de desempenho das categorias e dos produtos que a compõem.Dessa forma, um dos pilares do Gerenciamento de Categorias é a informatização da loja e a adoção de um software que permita o rápido acesso a informações de desempenho das categorias, com flexibilidade de análise em diferentes níveis. Assim, o desempenho de uma categoria pode ser visualizado de forma detalhada em diferentes agrupamentos, como segmentos, marcas e itens.
nova forma de gestão. Apesar de se tratar de um processo de longo prazo, os resultados podem começar a ser percebidos ainda a curto prazo, à medida que alguns projetos-piloto são implantados para criar o testemunho de sucesso e a motivação da equipe.
Dentre os muitos benefícios que a empresaobtém através da adoção do conceito de Gerenciamento de Categorias, destaco alguns, como melhor controle dos resultados da loja, melhor gestão do espaço e estoques, maior rentabilidade e satisfação do consumidor, decorrente
da adequação da variedade.
03 janeiro 2008
Chile. Um exemplo.
No mercado chileno, assim como em outros países mais desenvolvidos, existe uma gradativa migração das vendas das lojas mais tradicionais, as pequenas lojas de alimentação, para os hipermercados, supercenters e supermercados.A estimativa é que no período de 1994 a 2003 a participação dos super e hipers na distribuição dos chamados produtos de consumo massivos tenha crescido de 49% para 60%, enquanto no mesmo período houve queda na participação das lojas tradicionais de 33% para 20%.A participação dos diversos formatos no segmento de alimentação se divide entre os 65% dos supermercados tradicionais, 32% de hipermercados (um número sob qualquer critério bastante alto) e 3% das lojas de conveniência, com tendência de alta desse último, dentro da mesma perspectiva do mercado brasileiro, onde a pressão do tempo tem criado mais oportunidades para esse segmento.Os principais operadores do segmento são os grupos D&S, com suas bandeiras Líder, Líder Vecino, Líder Express, Ekono e Carrefour, herdeiro que foi na saída da rede francesa, com uma participação consolidada de mercado de 35%.O grupo Cencosud é a segunda maior participação na área de alimentos, com estimados 22% e um total de 543 lojas, operando 35 hipermercados Jumbo (29% da receita total do grupo), 118 supermercados Santa Isabel e 239 supermercados Disco e Vea, que representam 30% do faturamento do grupo. Na área de não-alimentos, opera ainda 50 home centers Easy, representando 9% do faturamento do grupo; 24 lojas de departamentos Paris, com participação de 22% na receita consolidada; 20 shopping centers e sete Aventura Centers, que, juntos representam 2% da receita total; além de mais 50 agencias do Banco Paris. O segmento de Cartões de Crédito e Seguros, comercializados nas lojas e agencias bancárias, representa 8% da receita total.No segmento de alimentação, as demais redes detêm participação significativamente menor, sendo que as duas maiores somam 57% e o mais próximo depois, San Francisco, tem 3,2%, seguido por Unimarc (3,1%), Rendic (3,1%) e Montecarlo e Montserrat, ambos com 2,7%.Um elemento marcante no varejo chileno é a grande participação de produtos importados na oferta do varejo.Com uma indústria pouco representativa e o equilíbrio da balança comercial vindo das exportações massivas, principalmente de cobre, frutas e vinho, no varejo desenvolveu-se a competência na gestão de compras e abastecimento no mercado internacional, em especial na China. E destaca-se o volume de produtos ofertados nas lojas, em especial de não-alimentos, com origem no mercado chinês, o que significa preços altamente competitivos com o mercado norte-americano, provavelmente o mais competitivo mercado varejista mundial, e significativamente mais baixos quando comparados aos preços praticados no mercado brasileiro.Outro ponto que se destaca é a participação dos cartões de crédito do varejo.O primeiro cartão de crédito chileno foi lançado por uma varejista, Almacenes Paris, e hoje a maior participação dos cartões ainda é das marcas de lojas.A penetração dos cartões de varejo de lojas varia de 89% nas classes mais baixas a 97% na classe média, com 92% na classe alta. Enquanto isso, os cartões de bancos têm uma penetração de 14% nas classes mais baixas, 59% na classe média e 90% na classe alta, confirmando a inegável vocação dos bancos para trabalhar predominantemente com os segmentos de mais renda.A perspectiva de operações no Brasil é sem dúvida considerada por alguns grupos (em especial Falabella e Ripley), mas a todos marca a fracassada experiência da rede de farmácias Ahumada, na qual a Falabella tem 20% de participação no capital. A empresa operou durante alguns anos no Paraná e em Santa Catarina e finalmente vendeu suas operações para os administradores locais, realizando o prejuízo da fracassada tentativa.Sem dúvida, os varejistas brasileiros têm muito para aprender com o atual estágio do varejo chileno mas, se quiserem se expandir pelo mercado sul-americano, os chilenos também terão muito para aprender com o varejo brasileiro.Um abraço a todos.
01 janeiro 2008
31 dezembro 2007
2007. Finalmente acabou!
É um discurso fatalista ao extremo, eu sei. Claro que aconteceram coisas boas, não posso negar. Contudo, o que era pra dar errado, deu! Murphy na cabeça!
As perspectivas para 2008 não poderiam ser melhores, então o jeito é seguir em frente e encarar os próximos dias do ano novo que inicia.
Quero desejar a todos que participaram de uma forma ou de outra, boa ou ruim, construtiva ou não, desta minha não tão ilustre existência, meus votos de felicidades e que encontrem o que anseiam e buscam nos novos dias de 2008. É de coração.
Feliz 2008 e um abração a todos!
25 dezembro 2007
18 dezembro 2007
Os dez “não faça em vendas".
Foi um prazer palestrar a equipe de representantes de Jairo Costa na tarde da última sexta-feira.
Um público atento e motivado é parte fundamental para o sucesso e absorção do conteúdo passado pelo palestrante, motivo pelo qual agradeço ao mesmo tempo em que homenageio os participantes.
Iniciado pelo amigo e colega, o já conhecido Rubinho do Sebrae e Fiergs, que abriu o evento com o tema: “CRM, você tem que fazer”, seguido pelo brilhante Jaques Marques de Belo Horizonte com o tema: “Vencendo pela eficácia”, iluminaram e inundaram com seu conhecimento a todos os participantes.
Os “Dez não faça em vendas”, uma palestra bem humorada, contudo subliminarmente densa, chamou a atenção de todos para detalhes que não percebemos no dia a dia em vendas e que aos poucos no decorrer da palestra transforma-se dos “dez não faça” para os “onze faça”.
Particularmente um desafio pessoal para mim por tratar-se de um público diferenciado do setor de telecomunicações, entretanto com a participação dos presentes foi o ponto alto do dia, eleito pelos participantes ao final do evento a melhor palestra, o que envaidece este “humilde” Consultor e o motiva para outros tantos eventos.
Meus sinceros agradecimentos ao Jairo, Vilson Chaves, Milton Schneider, Mauro Lúcio Mendes, Cristiane Meirelles, Marcos Porto e Lúcio Link Filho, que com sua atenção, hospitalidade e competência possibilitaram aos palestrantes a estrutura e condições necessárias para que tudo fosse cem por cento.
Mais uma vez, muito obrigado.
Um abraço a todos.
11 dezembro 2007
Endomarketing. Cada vez mais importante. Cada vez mais desconhecido.
qualidade dos seus produtos e serviços e conseqüente atingimento de seus objetivos corporativos, passa a ser fundamental para a cadeia de serviço-eficácia.Parte da atenção dedicada ao pessoal relaciona-se ao conceito de marketing interno ou endomarketing que visualiza os funcionários como clientes internos e suas tarefas como produtos internos. Toda organização precisa vender as tarefas aos funcionários antes de vender seu serviço aos clientes externos. Em outras palavras, satisfazer às necessidades dos clientes internos melhora a capacidade de satisfazer às necessidades dos clientes externos. O marketing interno busca três objetivos básicos:

b) estratégico – criar entre os funcionários um ambiente interno propício para o atendimento dos clientes;
c) tático – “vender” campanhas de serviços e esforços de marketing aos funcionários – o primeiro mercado da empresa – via programas de treinamento.

Marketing interno bem-sucedido exige que os gerentes desenvolvam relacionamentos não apenas com os funcionários, mas também com os gerentes de marketing e os gerentes operacionais. O sucesso também leva a uma cultura de serviço apropriada para apoiar os relacionamentos com os clientes externos.
O endomarketing deve desenvolver nos funcionários uma consciência de que todas as suas ações devem voltar-se para a satisfação das necessidades dos clientes onde, segundo Bekin (2004), reside toda a sua importância “O departamento de marketing mantém-se com sua atividade especializada e seus especialistas, mas a mentalidade do marketing, seus valores e noções orientam a empresa em todos os níveis e atividades”.23 novembro 2007
21 novembro 2007
Meeting discute o mercado de alimentos funcionais
funcionais, que possuam uma ou mais substâncias capazes de modular ou aumentar as funções metabólicas. Por isto, um grupo de cinco entidades realizou o 1º Meeting de Inovação do Setor de Alimentos do Rio Grande do Sul, na FIERGS.
















