24 agosto 2020

Plataforma turística de Canela ficará pronta ainda em 2020


A imagem pode conter: montanha, céu, atividades ao ar livre e natureza

Até o final do ano, a região terá uma inédita atração, a Skyglass Canela. Com natureza exuberante, o Parque da Ferradura foi o local escolhido para receber o investimento de R$ 30 milhões. Única no mundo, a plataforma estaiada de aço e vidro avança 35 metros sobre o Vale da Ferradura, oferecendo uma vista de tirar o fôlego do Rio Caí a 360 metros de altura.

Além do comprimento imponente da plataforma, que faz da Skyglass Canela a maior do mundo, o empreendimento inova ao apresentar duas formas de contemplação da natureza. O visitante pode apreciar toda a sensação de liberdade caminhando por cima do vidro ou andar por baixo da plataforma num monotrilho. O brinquedo inédito, que recebeu o nome de Abusado, vai oferecer 10 cadeiras suspensas. Tudo com acessibilidade total aos visitantes.

Apesar do período de incertezas por conta da pandemia, o cronograma de obras está transcorrendo dentro do previsto e seguindo rigorosos protocolos de saúde. Nesta segunda-feira, 17, foi concluída a primeira parte da montagem da estrutura em aço. Depois, será instalada a grade-piso e até o final de setembro colocado o piso de vidro.
Fonte: Miron Neto

Mercado Livre, Braspress e Grupo Vamos

O Mercado Livre contratou nesta semana 60 carretas para ajudar nas entregas de encomendas, à medida que o maior portal de comércio eletrônico da América Latina busca meios para dar vazão ao aumento expressivo das operações devido à pandemia do coronavírus e depender menos de terceiros.
A transportadora Braspress acertou no início do mês a compra de 235 caminhões extra-pesados da Mercedes-Benz para atender demandas de clientes do comércio eletrônico.
E o Grupo Vamos anunciou na segunda-feira a compra de 1.350 caminhões da Volkswagen, o equivalente a cerca 10% de sua frota atual de aluguel de veículos comerciais de 14 mil unidades.
Divulgação/Reuters

13 agosto 2020

📉 Tendência é de baixa

O dólar continua a mostrar fraqueza em relação a outras moedas principais durante o início do pregão de quinta-feira. O declínio ocorre em meio à crescente pressão para que os legisladores em Washington cheguem a um acordo sobre um pacote de estímulo econômico tão necessário. O coronavírus continua a lançar uma longa sombra sobre as perspectivas de recuperação da economia americana e o partidarismo político impedindo um acordo entre democratas e republicanos não está ajudando. Sem um pacote de estímulos, é improvável que a economia americana se recupere rapidamente e esta é a principal razão para a recente fraqueza do dólar.

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Simples assim...

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Você é o líder da sua vida

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Após quatro meses de queda, serviços crescem 5% em junho, aponta IBGE

 O setor de serviços avançou 5% na passagem de maio para junho e interrompeu uma sequência de taxas negativas dos quatro meses anteriores, quando havia acumulado uma perda de 19,5%. Mesmo com o resultado positivo de junho, o volume ficou 14,5% abaixo do patamar registrado em fevereiro, último mês antes da implementação das medidas de isolamento social para controle da pandemia de Covid-19. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Varejo se recupera e cresce 8% em junho

Segundo dados do IBGE, as vendas do varejo cresceram 8% em junho ante o mês anterior, após a alta recorde de 14,4% em maio. Mesmo com as duas altas seguidas, o setor acabou fechando o primeiro semestre do ano com queda de 3,1% na comparação com o mesmo período de 2019, por conta das medidas de isolamento social para conter o coronavírus. O resultado semestral é o menor desde o segundo semestre de 2016, quando o recuo foi de 5,6%. O resultado foi sustentado pela reabertura do comércio em São Paulo e Rio de Janeiro, além do auxílio-emergencial de R$ 600. 

07 agosto 2020

Melhor setor mundial para investir na bolsa, ano a ano:

2009: Tecnologia
2010: Tecnologia
2011: Tecnologia
2012: Tecnologia
2013: Tecnologia
2014: Tecnologia
2015: Tecnologia
2016: Tecnologia
2017: Tecnologia
2018: Tecnologia
2019: Tecnologia
2020: Tecnologia
2021:...?

Carrefour Brasil vê ecommerce manter expansão forte e lançará nova plataforma em breve

As vendas online de alimentos da varejista saltaram 377% entre abril e junho, atingindo crescimento de três anos em apenas um trimestre, observou o diretor vice-presidente de finanças Sébastien Durchon.

A unidade de atacarejo do grupo, Atacadão, também lançou seu próprio marketplace para clientes corporativos e planeja expandir as vendas online para pessoa física por meio do aplicativo Cornershop além de São Paulo muito em breve, disse o presidente do Atacadao, Roberto Müssnich.

Braspress investe R$ 105 mi em frota após transporte crescer puxado por e-commerce



Aproveitando a bonança do setor de ecommerce na pandemia, a transportadora Braspress teve uma alta de 46% nas suas entregas diárias de mercadorias. O movimento resultou na expansão de sua frota, com aporte de R$ 105 milhões em 235 novos caminhões da Mercedes-Benz.

Com o varejo digital ganhando 5,7 milhões de consumidores entre abril e junho, o transporte no país se pulverizou. Se antes uma empresa de logística focava em levar um produto de uma empresa para outra (o chamado B2B), agora na pandemia, com lojas fechadas, as mercadorias compradas pela internet vão direto para a casa do consumidor.

É nesse cenário que a Braspress viu seu serviço de logística subir de 65 mil para 95 mil entregas diárias, numa alta de 46%.

Tropeço

 📉 Burger King Brasil (BKBR3)

Prejuízo líquido de R$ 186,7 milhões no segundo trimestre deste ano, valor superior à perda de R$ 0,6 milhão no mesmo período de 2019.

Boa! 💪

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28 junho 2017

Gerenciamento por Categorias: Primordial...

Como consultor acho necessário prevenir: Varejistas, atacadistas e fabricantes, não necessariamente nesta ordem, devem iniciar o gerenciamento por categorias como fator competitivo e diferencial nas atividades de comércio.
A crescente competitividade verificada no mercado brasileiro, vem fazendo com que varejistas e
fornecedores busquem alternativas para conseguir eficiência e rentabilidade na gestão de seus negócios.
Como parte integrante do processo de ECR (Efficient Consumer Response), e considerada uma das suas ferramentas mais importantes, o Gerenciamento de Categorias vem sendo bastante discutido pelos supermercadistas no Brasil e no exterior.
Segundo a pesquisa feita pelo Food Marketing Institute entre os supermercadistas americanos, o Gerenciamento de Categorias tem sido uma das ferramentas mais utilizadas na busca pela eficiência e produtividade nos supermercados.
Entre os supermercadistas brasileiros, o tema vem ganhando relevância e começa a ser adotado em algumas redes de lojas. A base do processo de gerenciamento de categorias é a parceria entre fornecedores e varejistas, administrando categorias como unidades estratégicas de negócios.
O objetivo é melhorar o desempenho das categorias, oferecendo maior “valor” ao consumidor. Para que a efetiva parceria ocorra, é fundamental que fabricantes e varejistas estejam preparados para a troca eletrônica de informações e disponham de mecanismos de análise de desempenho das categorias e dos produtos que a compõem.
Dessa forma, um dos pilares do Gerenciamento de Categorias é a informatização da loja e a adoção de um software que permita o rápido acesso a informações de desempenho das categorias, com flexibilidade de análise em diferentes níveis. Assim, o desempenho de uma categoria pode ser visualizado de forma detalhada em diferentes agrupamentos, como segmentos, marcas e itens.
A implantação do Gerenciamento de Categorias requer uma definição estratégica da alta direção da empresa e um processo de adequação e adaptação da cultura organizacional para assimilar a
nova forma de gestão. Apesar de se tratar de um processo de longo prazo, os resultados podem começar a ser percebidos ainda a curto prazo, à medida que alguns projetos-piloto são implantados para criar o testemunho de sucesso e a motivação da equipe.
Dentre os muitos benefícios que a empresa obtém através da adoção do conceito de Gerenciamento de Categorias, destaco alguns, como melhor controle dos resultados da loja, melhor gestão do espaço e estoques, maior rentabilidade e satisfação do consumidor, decorrente
da adequação da variedade.
Através da parceria com fornecedores, é possível obter benefícios, como melhor programação de abastecimento, esforços cooperados para o desenvolvimento da categoria e troca de informações sobre tendências do mercado.
Considero que o Gerenciamento de Categorias é uma ferramenta fundamental que faz parte do profundo processo de transformação pelo qual passa o varejo brasileiro. Essa transformação pode ser percebida pela profissionalização da direção das empresas e pelo uso cada vez mais intensivo de tecnologia para a tomada de decisões. Estou certo de que o desenvolvimento, ou até a sobrevivência das empresas, sejam pequenas, médias ou grandes, passa pela adoção de conceitos dessa natureza na gestão dos seus negócios.
Um abraço a todos.

27 junho 2017

Homeóstase: Como permear ambientes em conflito

homeóstase

[De homeo- + -stase.] Substantivo feminino.
1.Fisiol. Med. Tendência à estabilidade do meio interno do organismo.
2.Cibern. Propriedade auto-reguladora de um sistema ou organismo que permite manter o estado de equilíbrio de suas variáveis essenciais ou de seu meio ambiente.
Disserto sobre tema, pois aflige milhares de profissionais neste mercado cada vez mais competitivo e também... fechado.As organizações empresariais têm na mudança, seja branda ou radical seu maior desafio, tanto quanto seja o grau em que estes necessitam acontecer ou os objetivos e metas propostos.
Homeóstase é uma palavra elegante para designar as forças que mantêm o sistema em seu atual nível de funcionamento, preservando, assim, os padrões estabelecidos.
Os membros do grupo de uma empresa podem até considerar o nível atual caótico e instável, mas existe uma identidade nessa instabilidade. O grupo geralmente fracassa quando tenta atingir outro nível mais estável. A homeóstase é como um termostato perfeito, regulado em uma temperatura específica que resiste ás mudanças e que apresenta baixa tolerância a qualquer variação na temperatura.
Boa ou ruim, a homeóstase é um componente natural da autopreservação de qualquer sistema. As organizações, os sistemas ecológicos e até mesmo as amebas unicelulares baseiam-se na homeóstase para sobreviver de maneira saudável.
Trata-se de um recurso que preserva estabilidade interna de modo que o sistema possa continuar funcionando no nível atual e sem regressões, o que pode ser muito eficiente. Entretanto, a homeóstase também pode levar o sistema a resistir às mudanças que talvez aperfeiçoem seu funcionamento. Um sistema pode ser lento demais para adaptar-se a uma mudança necessária a sua sobrevivência.
As pessoas que pertencem a um grupo podem resistir as mudanças mesmo quando têm uma sincera vontade de mudar e sabem, racionalmente, que tal atitude seria benéfica a elas.

O Líder precisa ter cautela para não estourar a bolha onde uma atmosfera de conflitos possa estar armazenada.
Neste caso, o melhor é permear este meio-ambiente através da persuasão e da influência.
Esse impulso “para trás” ou de “não mudar” já derrotou vários líderes de sistemas. O Líder deve prestar atenção nessa resistência natural e inocente para ajudar seus comandados a modificar, de maneira significativa, o modo como o sistema faz as coisas. De outra forma, as melhores intenções do líder seriam inúteis. Compreender a força da homeóstase tem um valor incalculável, que ajuda o líder a encarar a situação de maneira menos pessoal, evitando o raciocínio do tipo: “Veja o que estão fazendo comigo”. A principio, é fácil sentir-se desanimado em relação aos sistemas e pensar: “É mais forte que todos nós!” Porém, há uma frase que diz: “A unidade e o foco para a mudança são o sistema, e o agente da mudança é o indivíduo”. Quando finalmente consegue-se identificar os padrões predominantes nos sistemas e optar entre manter ou modificar a atitude diante deles, descobre-se uma renovada liberdade de ação para atuar no interior desses sistemas e buscar níveis superiores de eficiência.
Um abraço a todos.

Síndrome de Burns: você precisa saber lidar com isto...

"Já bati de frente e não tive bons resultados", diz 

Ana C. Rossi, do Submarino, Conviver com um chefe que não ouve, não ensina e nunca diz para onde caminha o negócio é uma situação recorrente no mercado de trabalho. Quem nunca se sentiu diminuído, injustiçado ou simplesmente ignorado pelo seu superior, pelo menos uma vez, que levante a mão.Essas poderiam até ser situações do passado diante de um mundo corporativo redesenhado pela tecnologia, onde os profissionais têm mais liberdade e se orgulham em dizer que dirigem a própria carreira. Mas não são.Pesquisa realizada pela rede de network "To the Top" , com exclusividade para o Valor , mostra que o relacionamento com os chefes continua difícil, apesar das recentes mudanças no mundo do trabalho.

Mais da metade dos 254 participantes afirmaram já ter pensado em mudar de emprego por problemas com a chefia. E a maior crítica em relação aos superiores é sobre o feedback.
Quem trabalha quer saber se o que está fazendo faz sentido na empresa, quer incentivo, motivação.
O levantamento reuniu o depoimento de profissionais de diversos setores, 61% com idades entre 25 e 34 anos, 33% gerentes, 31% analistas, 13% coordenadores ou supervisores, 11% consultores e 6% diretores e presidentes. Todos atuam em grandes empresas nacionais e multinacionais como a Philips, Embratel, Citibank, Merrill Lynch, Bayer, AGF Seguros, Visanet, Ford, Claro, Unilever, entre outras.Dos participantes, 39% se reportam ao diretor, presidente ou sócio da companhia e 28% ao gerente de departamento. Apesar de 26% dos pesquisados terem afirmado ter o melhor relacionamento possível com o chefe, 61% disseram que já pensaram em mudar de emprego por causa da chefia e 10% afirmaram ter tido problemas sérios com o chefe imediato.William Salomão Junior, 37 anos, gerente de negócios da Ticket Serviços, é um que diz estar hoje plenamente satisfeito com o relacionamento que mantém com seu superior. Mas, ele vive essa calmaria há apenas alguns meses. Antes, passou por maus momentos com um outro chefe."Eu tinha vontade de mudar de emprego, mas sabia que ele acabaria se dando mal porque não se encaixava mais no perfil de profissional que a empresa queria", lembra. Junior percebia sinais de que aquela situação não se sustentaria por muito tempo e, apenas por isso, aguentou firme. "Ele acabou indo embora naturalmente", diz.
Hoje Junior diz que seu chefe divide responsabilidades, pergunta a opinião da equipe, enfim, ajuda muito na motivação. "Os chefes mais admirados são os que também são percebidos como bons desenvolvedores de pessoas, motivadores e desafiadores", diz João Marcos Branco, coordenador da pesquisa e do "To the Top", grupo de discussão formado em 2001 e que hoje reúne 2000 profissionais de 850 empresas. "Existe também uma alta relação entre a motivação, o reconhecimento de bons desempenhos e a preparação para substituir o chefe no futuro".A questão da sucessão da chefia aparece na pesquisa como sendo um problema maior para a as mulheres. Apesar das respostas indicarem que elas têm um relacionamento suavemente melhor com seus chefes do que os homens -35% acreditam que seu potencial é bem explorado e 48% dizem que nunca pensaram em mudar de emprego por causa do chefe- a maioria sente que não está sendo preparada para substituir seus superiores.Ana Cristina Rossi, 27 anos, assistente comercial do Submarino, acredita que essa preparação para a sucessão é ainda mais complicada quando a chefe é mulher. "A disputa é mais acirrada, entra a vaidade e questões como: será que se ela subir eu subo também?", diz.Formada em administração com ênfase em comércio exterior, ela está há quase seis anos no mercado. Nesse tempo, ela diz ter aprendido que é preciso conhecer traços da personalidade do chefe para desenvolver um bom relacionamento.
Estar atento a hora certa para falar, não interromper um momento de análise de seu superior, segundo Ana, são dicas que podem ajudar na construção de uma boa relação. "Já bati de frente e não tive bons resultados, agora já sei como lidar. Uso artimanhas para não ser mal interpretada", diz. "Sei que o profissional e o pessoal andam lado a lado".Vários estudos já mostraram que as relações pessoais imperam no mercado de trabalho brasileiro. Isso acaba atrapalhando o feedback, uma das maiores críticas dos entrevistados aos seus superiores. "O chefe tem pudor em fazer críticas para não criar um clima pessoal", diz Patrícia Pimenta Fernandes, 37 anos, supervisora de planejamento da McCann Eriksson. "O feedback às vezes tem que ser arrancado".Outro problema apontado por Patrícia, que incomoda boa parte dos subordinados, é a centralização das decisões e informações. "O chefe inseguro em relação ao grupo centraliza e acaba assoberbado, perdido no operacional e sem tempo para ter uma visão mais macro do negócio", acredita.

"Existe uma grande diferença entre você orientar e fazer o trabalho". Para ela, o equilíbrio é a melhor solução para os dois lados. Sem esta percepção, o profissional júnior acaba sem aprender, não cresce e o sênior dedica menos espaço do seu dia-a-dia ao gerenciamento de atividades que realmente interessam.O que os profissionais esperam do chefe além de dividir mais responsabilidades é que ele saiba explorar ao máximo as suas habilidades. Pelo menos 67% dos entrevistados acham que poderiam ser mais motivados e desafiados pelos chefes. Simone Mota Garcia, 43 anos, gerente do departamento jurídico, da Nestlé Waters, acredita que essa falta de incentivo pode levar a uma queda na auto-motivação do funcionário. Ela acredita que cabe ao próprio empregado então buscar o ânimo necessário para produzir mais e se preparar para o mercado.Simone sempre buscou oportunidades sozinha. Formou-se em direito, fez pós-graduação na área tributária, MBA em direito empresarial e outros cursos de especialização. Hoje ela serve de exemplo as estagiárias que se reportam a ela. "Eu sempre aconselho elas a não pararem de estudar", diz. Quando trabalhou na IBM, Simone teve como mentora a chefe do departamento fiscal da companhia. "Um bom chefe pode ajudar a mudar a carreira de alguém para melhor", diz.No geral, os chefes mais admirados, segundo a pesquisa, são os que ocupam cargos de diretores ou presidentes. "Eles são vistos como melhores 'desenvolvedores' de pessoas, dão mais feedback", diz João Marcos Branco, coordenador da pesquisa.A única ressalva é que eles não sentem que estão sendo preparados para substituí-los. Já os gerentes de grupos de departamentos têm as piores avaliações dos subordinados. "São os que cobram de maneira mais constrangedora e que mais fazem os empregados quererem mudar de emprego", diz Branco. Eles não são vistos como bons exemplos e aparecem como os que menos reconhecem e valorizam seus subordinados.

Por outro lado, os gerentes de departamento são "amados" ou "odiados", na mesma proporção. Eles são vistos como sendo mais centralizadores, os que mais "escondem" o trabalho dos funcionários e os que menos se preocupam com feedback.Ao mesmo tempo, quem gosta deles, acredita que eles sabem explorar melhor o potencial de seus empregados do que os gerentes de grupo de departamento. E, apesar de todas as críticas, 37% de todos os entrevistados acreditam que seus chefes são um exemplo a ser seguido contra apenas 6% que os consideram péssimos.
Um abraço a todos.

O trademarketing

Para entendermos esta “nova” estratégia de Marketing que surgiu no início da década de 90, precisamos entender alguns pontos fundamentais: A palavra “TRADE” que em uma tradução básica significa COMÉRCIO e sempre foi muito utilizada no Comércio Exterior, nas negociações entre empresas de países diferentes através de uma TRADE COMPANY, está na boca de muitos profissionais da área de Marketing e Vendas, pois utilizando sua tradução básica significa estratégia de Marketing no Comércio (Ponto de Venda), ou no próprio distribuidor.
No Brasil, até o início da década de 90, nunca houve uma preocupação, por parte dos profissionais de Marketing e Vendas das indústrias, em criar estratégias para Pontos de Vendas, pois a alta inflação, fazia com que o famoso termo “mudança da tabela de preço” comandasse a força de vendas no varejo. Bastava o fabricante anunciar a mudança da tabela, para que os distribuidores e comerciantes utilizassem este argumento para vender todo o estoque do produto. Outro famoso bordão sempre foi o “leve 3 pague 2”. O comércio ou Ponto de Venda não tinha nenhum poder sobre a negociação de compras nas indústrias. O varejo e os distribuidores eram encarados como meros intermediários ou facilitadores de vendas entre a indústria e o consumidor final. Todo apoio de comunicação, era feita através das mídias de massa. A preocupação principal era a MARCA.

MUDANÇA DE CENÁRIO
Após a década de 90, com o controle da inflação e a manutenção dos preços, houve uma profunda mudança no cenário, onde o “intermediário ou facilitador” passou a ter um poder que antes a indústria não imaginava. Ele decidia qual produto seria disponibilizado ao consumidor final e qual não seria. A indústria se viu com um novo desafio: fazer com que o varejo gerencie seu produto para que passe rapidamente e lucrativamente pelos intermediários e chegue ao consumidor final. Foi assim que iniciou-se os estudo do TRADE MARKETING.

UMA NOVA ÁREA
Dentro da Gestão Mercadológica, surge esta nova área de estudo, o Trade Marketing que não se trata de simples desenvolvimento de estratégias de comunicação no Ponto de Venda, se tornou algo muito mais amplo e envolve algumas diretrizes básicas:
- Decisões financeiras, com relação ao preço de venda para o varejo e o preço de revenda ao consumidor final;
- Logística de entrada no comércio;
- Posicionamento e acompanhamento dentro das lojas;
- Embalagens;
- Um estudo mais amplo sobre o relacionamento do consumidor com cada loja (varejo) e a quais estímulos são mais sensíveis;
- Tornar a relação indústria x intermediários mais lucrativa para ambas as partes.

Com vista nestas diretrizes, verificou-se que estes estudos não faziam parte da área de Marketing, pois esta área atua no estudo do consumidor e não do varejo de forma profunda. Também não está na alçada da área de vendas, pois um vendedor, muito bem treinado, não está preparado para decisões estratégicas mercadológicas e tomadas de decisões, principalmente na área financeira. O principal foco da área de vendas, sempre foi e será o “fechamento do mês e cumprimento de metas”. O Trade Marketing surge como ponto fundamental nas indústrias, a partir do momento em que a empresa americana de pesquisas POPAI, em um estudo, verifica que 85% dos consumidores tomam a decisão final de compra, dentro das lojas, em frente às prateleiras. Com o consumidor mais maduro e com uma moeda mais forte, faz-se necessário criar uma área onde o foco principal seja fazer com que seu produto “gire” o mais rápido possível dentro das lojas, o Trade Marketing.

TRADE MARKETING – NÃO é Marketing no varejo e SIM Marketing através do varejo. ATUAÇÃO
O Trade Marketing atua basicamente, na união da necessidade do consumidor, com a mecânica do intermediário e a oferta do seu produto. Procura manter uma relação saudável entre indústria e varejo. Continua com uma ligação íntima com Marketing tradicional. É válido lembrar que o varejo tem bases operacionais, onde o Trade Marketing deve sempre estar com a atenção voltada:
- O varejo compra de acordo com a saída do produto (giro rápido);
- O varejo gerencia CATEGORIAS e não MARCA de produtos;
- Redes de varejos, possuem estoques diferentes de produtos, de acordo com o seu tipo de consumidor. O Trade Marketing deve focar, além da relação saudável, a necessidade logística do varejo, fazer com que as ações promocionais dentro das lojas, sejam lucrativas para ambas as partes e que todo apoio de comunicação deve cuidar não só da promoção da MARCA, como também do local onde está colocada.

O NOVO VENDEDOR
Surge então a figura do “novo vendedor”, aquele que é especialista em um cliente ou grupo de clientes. Este vendedor sabe como desenvolver ações de oferta para este cliente e sabe como se relacionar com ele. Esta nova figura não se preocupa única e exclusivamente com a venda, mas sim com a forma como sua marca estará colocada dentro da loja e quais as ações necessárias para fazer com que seu produto gire rápido, proporcionando maior lucratividade para a indústria e também para o varejo.
Por hora é só.

Um abraço a todos.

01 junho 2016

Escola Sem Partido

Quem pode ser contra a afixação de um cartaz como esse nas salas de aula do ensino fundamental e médio?

11 maio 2016

Adeus PT

11 de Maio de 2016
Um bom dia pra você que nestes 14 anos, jamais se dobrou ou se associou aos neocomunistas do PT.
Você que tem apreço pela democracia, pela justiça e pela liberdade, finalmente obteve uma importante vitória.
Esperemos e façamos nosso melhor, mas este é apenas o começo de inúmeras outras batalhas.
Parabéns pra você Brasileiro!
#Impeachment #FORAPT
#PetistasnaCadeia

05 maio 2016

Adeus Cunha

Obrigado Cunha pelo impecável rito do processo do #impeachment; agora siga sozinho teu caminho rumo a cadeia e contra a cólera petista. Você merece!

Renan, você é o próximo.
#ForaRenan

01 maio 2016

Dia de reflexão e de renovação

Parabéns e muito obrigado aos Trabalhadores Canoenses, empregados e empregadores. Que continuem com a bênção de manter nosso País em um mínimo patamar de funcionamento, enquanto ainda não expulsamos Petistas e criminosos socialistas do comando do Brasil.

Parabéns também aos Trabalhadores desempregados ou na busca de trabalho, dando duro pra driblar as agruras, humilhações e a hostilidade do dia-a-dia e, através do exercício de sua Cidadania, ter renovada sua esperança de nos libertarmos da sanha petista e bolivariana em tomar o Brasil.

25 abril 2016

Indefensável

A cada dia tem sido mais difícil a vida dos pelegos ligados ao governo petista em Canoas. Tanto nas ruas, quanto nos Tribunais.

Por outro lado, tão difícil quanto, é esta "recente" e autoproclamada "nova oposição", encenar um posicionamento que jamais praticou. Pra estes, é doloroso o esforço de escrever e dizer sobre coisas das quais não acreditam e, sem qualquer convicção pessoal ou de coerência política com seu passado.

17 abril 2016

Liberdade!

[17 de Abril de 2016]
Agradeço aos amigos e a todos que nestes 14 anos jamais deixaram-se levar, persuadidos pelo Comunismo.
Agradeço também aqueles inocentes úteis, manipulados pelo Petismo e que despertaram; hoje juntaram-se a nós.

Hoje o "Império do fracasso e da miséria" dá mais um passo rumo ao abismo. E lá deverá permanecer.

Liberdade! Ainda que tardia.

Continuemos lutando! Cada um fará sua parte na reconstrução da Nação.
O Foro de São Paulo será derrotado.
#Impeachment
#ForaPT

02 abril 2016

COM O PT, SEMPRE TERÁ UM GATO NA TUBA

Perguntam-me:
"-Feijó, os petistas dizem que fizeram centenas de obras. E aí?"

Respondo:
-E aí ...
...o governo petista de Canoas alega ter realizado 655 "obras". Pois isto, diluído ao longo de 8 anos (2 mandatos inteiros) é pouco. É ridiculo. É um eufemismo para capas de jornais pagos.

É uma mentira.
É uma fraude.

Trocar janelas, tapar buracos ou rebocar paredes, também tem a definição de Obra pública, mas é imperativo deixar claro qual a sua "classificação orçamentária".

O PT  troca lâmpadas de um corredor de escritorio e interpreta a Lei, atribuindo-lhe a designação de "Obras".

São farsantes e especialistas em criar factóides.

*Entenda:
Obra Pública - segundo a Lei nº 8.666/93, que rege as licitações e contratações públicas, obra pública é toda "construção, reforma, fabricação, recuperação ou ampliação" de um bem público, a ser realizada no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como nos órgãos da Administração Direta e Indireta.

• Construção – é o gênero, sendo toda obra executada pelo homem para atender determinado fim. No sentido técnico, significa executar um objeto projetado pela soma de material e trabalho.

• Edificação – é uma espécie de construção cuja destinação principal é o uso pelo homem.

• Reforma – trata da execução de melhoramento nas construções, colocando o objeto em condições normais de uso ou funcionamento, sem alterar ou ampliar a sua capacidade ou medidas originais.

• Ampliação – trata-se de obra que preserva o projeto originário, mas amplia a área ou a capacidade de construção.

• Fabricação – processo através do qual se obtém peças prontas e acabadas para utilização em outros objetos a serem executados.

• Recuperação – quando refaz parcialmente a obra de modo que possa garantir a forma e as características originais.

**Então pergunto-lhes: são 655 construções,  edificações, reformas, ampliações, fabricações ou recuperações??**

Um abraço a todos
#DEMOCRATAS
"Oposição de verdade!"

01 abril 2016

COMUNICADO

Comunicamos aqueles que desejam se candidatar para o processo eleitoral de 2016, que o prazo de Filiação ao #DEMOCRATAS25 encerra-se às 19h deste sábado dia 02 de Abril.

Solicitamos aos pré-candidatos que certifiquem-se da regularidade de sua Filiação, emitindo a CERTIDÃO no Site www.tse.gov.br.

Direção Executiva
DEMOCRATAS CANOAS

20 março 2016

COMUNICADO

Comunicamos aos nossos Filiados, Filiadas e simpatizantes do DEMOCRATAS CANOAS de que nossa página no Facebook e Site, foram derrubados na madrugada deste sábado, o que jamais ocorreu desde que foram criados há 8 anos e, justamente logo após o lançamento de nossa pré-candidatura a prefeitura.

Já tomamos as providências para o restabelecimento dos mesmos.
Saudações a todos.